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Aprenda a montar um kitesurf. Passo-a-passo

Este é um passo-a-passo básico de como montar um kitesurf. Tenha em mente em pedir a ajuda de um instrutor se é a primeira vez que você utiliza seu equipamento.

  1. Procure um local com espaço aonde você possa montar o kite tranquilamente.
  2. Desenrole o kite numa superfície que não o danifique (grama, areia da praia, tapete).
  3. Os itens que acompanham o kite: 1 bomba, 2 barra, 3 kit trapezio, 4 linhas de vôo, 5 cabos de conexão na barra, 6 kit reparo
  4. Desconecte as linhas principais que vêm conectadas no kite novo, para poder abrir o kite todo no chão.
  5. Abra o kite com as “bananas” infláveis voltadas para cima.
  6. Instale o kit trapézio na barra de controle antes de preparar os cabos de conexão. O lado vermelho da barra fica na sua mão esquerda! Se voce inverter e tentar voar o kite, o resultado é catastrófico.
  7. Prepare os cabos de conexão com a barra no chão. O cabo que tem o leash de mão fica no lado esquerdo (vermelho) da barra.
  8. Para conectar o cabo na barra, separe o cabo da proteção e…
  9. Ajuste o cabo para que ele passe na extremidade da barra.
  10. Depois de colocado o cabo, passe a proteção de espuma pela extremidade da barra
  11. Ajuste o cabo e proteção e verifique se a instalação está bem firme.
  12. A barra completa, com os cabos conectados, o leash preso ao pulso e o kit trapézio voltado para o piloto!

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Onde comprar os melhores equipamentos de kitesurf com desconto

Antes de comprar os equipamentos de kitesurf você precisa saber quais são eles.

Kite – O Kite (pipa) é feito com o mesmo tecido de um pára-quedas, projetado de uma maneira que seja simples de usar por todas as pessoas. Sem a pipa, não existe o kitesurf, portanto é o principal equipamento do esporte. O formato de asa em arco facilita o vôo. O tamanho depende do local onde você vai praticar. Se for no nordeste um kite 8 ou 9 é o ideal. Se for no sul do Brasil escolha um kite 11 ou 12. Não esqueça de comprar um kite no estilo bow que é o mais seguro hoje em dia.

Linhas - As linhas são o elo de ligação do kite com o surfista. Existem três tipos de linhas que exercem diferentes funções. A linha de vôo, que mede aproximadamente 30 metros, liga o kite a barra de controle. A linha de freio serve para frear e as linhas principais, conhecidas por Kevlar, apresentam alta resistência e elasticidade mínima para o controle do kite.

Barra controle - A barra é utilizada para controlar o kite. O atleta tem nela a possibilidade de comandar a direção e a velocidade. Com aproximadamente 90 cm de comprimento vem acompanhada de um sistema para frear a pipa em caso de emergência. Escolha uma barra que seja flutuante.

Prancha - O estilo da prancha vai depender do estilo do atleta. Existem pranchas parecidas com as de surf e também com as de wakeboard. O diferencial é o tipo de material do qual ela é feita. Como os saltos são freqüentes, as pranchas têm que ser mais resistentes. As pranchas de surf são mais fáceis e indicadas para iniciantes. As bi-direcionais são indicadas para atletas mais experientes.

Cinto ou trapézio - O cinto tem a função de conectar o atleta ao kite. Existem modelos que além das funções básicas propiciam maior conforto durante a velejada.

Existem muitas lojas boa para comprar equipamentos no Brasil. O grande problema daqui é o preço dos equipamentos. Sempre escolha equipamentos das marcas Naish, Cabrinha ou Best. São as 3 melhores marcas.

Dica final

Você leu todo o artigo e ainda está com dúvida? Então vou te indicar o equipamento que eu comprei para usar em Floripa. É um equipamento ótimo e seguro para quem está começando.

  • Kite – tamanho 11, marca Best, modelo WarooII (ideal para o sul do Brasil e para atletas até 80kg)
  • Trapézio – Dakine Renegade tamanho M (escolha um tamanho adequado à sua estatura e peso)
  • Linhas – Best com barra de 55 cm
  • Prancha – Best bi-direcional Spark 140

O mais importante de tudo. Este é um esporte que possui um certo risco, então nem pense em tentar praticar sem aulas com instrutores habilitados.

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O que é o kitesurf e qual a sua história?

O que é o Kitesurf

Voar sobre a água puxado por uma pipa. Esse é o princípio do kitesurf, um esporte relativamente novo, mas que vem ganhando novos adeptos ao redor do mundo. O equipamento do kite é basicamente a pipa e a prancha.

O esporte é uma mistura de surfe, windsurf e wakeboard, e surge como uma opção aos praticantes desses esportes em dias onde as condições do tempo não são favoráveis.

A pipa é feita do mesmo material utilizado na fabricação de uma asa-delta. Já a prancha pode ser tanto uma especial para o kite, como também uma prancha de surf. A segurança é um fator primordial no esporte, já que qualquer vacilo pode trazer sérios prejuízos ao praticante.

Definição

Kitesurf, kiteboarding ou mesmo flysurf é um desporto aquático que utiliza uma pipa (também conhecida como papagaio) e uma prancha com uma estrutura de suporte para os pés. A pessoa, com a pipa presa à cintura, coloca-se em cima da prancha e, sobre a água, é impulsionada pelo vento que atinge pipa. Ao controlá-lo, através de uma barra, consegue-se escolher o trajeto e realizar saltos incríveis. Este esporte, relativamente recente, encontra-se de momento com grande popularidade e uma prática crescente no Brasil, em Portugal e no mundo.

O kitesurf foi inventado em 1985 por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoux mas apenas antigiu alguma popularidade a meio da década de 1990. O nome resulta da junção de duas palavras inglesas: Kite, que significa pipa (papagaio em Portugal) e Surf, do verbo inglês to surf, que significa navegar.

História do Kitesurf

O kitesurf moderno, como é praticado hoje, foi inventado por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoix. Os irmãos, que eram navegadores, surfistas e windsurfistas, desenvolveram uma pipa com câmaras de ar em 1984. Uma vez infladas, o ar não escaparia delas, o que permitia que fossem erguidas novamente da água toda vez que caíssem, sem precisar de ajuda de terceiros.

A invenção dos irmãos Legaignoix foi patenteada e eles participaram de uma série de regatas internacionais de velocidade com esquis aquáticos para desenvolver o invento nos anos de 1985 e 1986. Em 1993, as pipas, já então desenvolvidas, começam a ser vendidas.

Antes da invenção dos irmãos Legaignoix o kitesurf já existia. A maioria das versões sobre o surgimento das pipas (em inglês, kites) aponta a China como seu lugar de origem, há mais de 2 mil anos. As pipas ajudavam a navegação de barcos e o transporte de materiais pesados de construção.

Por volta do ano 700, alguns missionários budistas teriam levado pipas ao Japão, que passaram as ser usadas com alguns propósitos militares e religiosos, já que seu barulho servia para intimidar inimigos e a altura que atingiam ajudava na observação de posições distantes.

Na Segunda Guerra Mundial, as pipas também foram usadas, dessa vez como mecanismo de defesa contra aviões. O explorador italiano Marco Pólo teria sido responsável por levar as pipas da Ásia para a Europa em 1295.

O inglês George Peacock é considerado o pai da tração à pipa por ter inventado, em 1826, em Bristol, na Inglaterra, uma estrutura em que as pipas puxavam carroças a velocidades de até 20 km/h. Essa invenção foi patenteada, mas não evoluiu muito em quase 150 anos, a não ser pela experiência do americano Samuel Franklin Cody, um dos pioneiros da aviação, que navegou o canal da Mancha puxado por uma pipa.

Em 1964, Domina Jalbert, dos Estados Unidos, criou a primeira pipa que era inflada de ar. Na década de 70, alguns americanos começaram a usar pára-quedas para puxá-los sobre esquis aquáticos. O holandês Gijsbertus Panhuise, em 1977, conseguiu patentear um equipamento em que uma pessoa é puxada por um pára-quedas em uma prancha e, em 1978, um barco movido à pipa, desenvolvido pelo americano Ian Day, ultrapassa a velocidade de 40 km/h.

Na década de 80, algumas tentativas de combinar pipas com canoas, patins, patins de gelo, esquis, esquis aquáticos, entre outros, foram feitas. Uma delas foi a do suíço Andréas Kuhn, que levantava da água sobre uma prancha similar à de wakeboard e impulsionado por um equipamento de parapente de aproximadamente 25 m². Ele foi o primeiro a saltar a grandes alturas com ventos fracos e foi mostrado pela TV européia.

Em 1998, em Maui no Havaí, foi disputado o que foi chamado de 1º Campeonato Mundial, nas modalidades de longa distância, wave e slalom. Dos 24 competidores, apenas dois optaram pelo kiteski e o resto usou as pipas infláveis. O americano Marcus Flahs Austin foi o campeão na classificação geral, com a pipa inflável. Cory Roeseler, com seu kiteski, ficou em segundo.

O americano campeão mundial de windsurf, Robby Naish foi o primeiro na categoria slalom e a windsurfista japonesa Tomoko Okazaki foi a campeã feminina, ambos usando a estrutura inflável. O brasileiro Maurício Abreu, também com a pipa inflável, terminou em sexto lugar.

No ano de 2000, foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro Circuito Mundial de Kitesurf. O campeonato passou por países como Cabo Verde, República Dominicana, França e Rio de Janeiro. Na praia da Barra da Tijuca, no Rio, o francês Christopher Tasti e a neo-zelandesa Stephanie Gamble se tornaram os primeiros campeões mundiais. Os franceses Franz Olry e Anne Laure Pegon venceram a etapa do Rio.

Em 2001, no segundo ano do Kiteboard Pro World Tour, o Rio encerrou mais uma vez o circuito e ganhou o status de Campeonato Mundial feminino. Os atletas fundaram a Kiteboard World Association (KWA) e nesse ano também foi criada a Associação Brasileira de Kitesurf (ABK), que promoveu o 1º Desafio Brasileiro de Kitesurf, na cidade de Araruama, vendido por Marcelo Cunha e Daniela Monteiro.

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Qual o melhor equipamento de snowboard para um iniciante comprar?

como comprar um equipamento de snowboard

Selecione uma prancha de snowboard

Escolher a snowboard certa para seu estilo é importante. Você busca velocidade, agilidade ou um misto de ambos? Existem três tipos básicos de snowboards: freestyle, freeride e alpinas. Boas opções são as snowboards K2, snowboards Burton, snowboards Rossignol e snowboards Salomon.

Freestyle: snowboards de freestyle são curtas, largas e flexíveis. Elas têm reação rápida e amortecem terrenos duros. São excelentes para iniciantes e feitas para half-pipes e parques. A maioria dessas snowboards é simétrica e possui pás nas duas extremidades. Algunas possuem o mesmo formato dos dois lados, mas a parte traseira é mais resistente.
Freeride: Snowboards freeride aliam aspectos das snowboards alpinas com as de freestyle. São direcionais, com a traseira mais fina que o bico, mas não tanto quanto as alpinas. São mais rígidas do que as freestyle, e portanto boas para longas curvas, mas não tanto quanto as alpinas. São versáteis e representam quase a metade das snowboards vendidas no mercado.
Alpinas: Snowboards alpinas são duras, retas e feitas para velocidade. Por isso, parecem esquis mais largos. Podem ser simétricas ou assimétricas, mas geralmente possuem somente uma pá. São projetadas para curvas limpas, viradas bruscas e velocidade. Por causa da rigidez, são mais indicadas para praticantes avançados para descida de montanhas.
A coisa mais importante a considerar na compra de uma snowboard é seu estilo e nível de experiência. As freestyle e freeride são mais indicadas para iniciantes. As alpinas são projetadas para descer montanhas em velocidade.

Escolha os Bindings de Snowboard

Sem bindings de snowboard você não seria capaz de controlar sua snowboard e não conseguiria manter seus pés acoplados à prancha. Existem cinco principais tipos de bindings: alça, step-in, deslizantes, placa e sem base. Como você é iniciante vamos ficar com os mais comuns:

Alças: esses bindings usam duas alças e uma placa traseira alta para acoplar seus pés à prancha. Use esse modelo em conjunto com botas moles para obter controle e conforto.
Step-in: esses bindings usam uma placa traseira e um mecanismo que engatilha sua bota de snowboard no local correto. Esse mecanismo torna muito fácil montar e desmontar a prancha, mas não oferece o controle dos bindings anteriores. Ao comprar bindings, certifique-se de que suas botas sejam apropriadas para cada tipo de binding.

Escolha suas botas de snowboard

Assim como os bindings, as botas de snowboard transferem o movimento de seu corpo para a prancha. Também protegem seus pés e tornozelos dos giros da prancha e do frio. Existem três tipos de botas: moles, duras, e mistas.

Botas moles: essas botas são confortáveis, e por isso são preferidas por iniciantes e freestylers. Podem ser usadas com bindings de alças ou deslizantes. Possuem duas camadas: a interior, com acolchoamento e isolamento térmico, e a exterior, rígida para gerar controle da prancha.
Botas duras: como as botas moles, são quentes e acolchoadas no interior, mas o exterior se assemelha ao de botas de esqui. Praticantes de downhill preferem essas botas pois permitem manobras rápidas e curvas precisas. São usadas com bindings de placas.
Botas mistas: essas botas aliam os melhores aspectos das botas moles e das duras. Oferecem flexibilidade acima do tornozelo e uma sola rígida. São usadas com frequência com bindings step-in e formam um conjunto.

Dica final: quando eu comprei meu primeiro snowboard eu optei por uma prancha bi-direcional freestyle com bindings de alças e botas moles. Estou com esta combinação até hoje e não pretendo mudar. Se você for comprar o equipamento no Chile irá gastar entre US$ 400 e US$ 900 por um equipamento mediano. Se for comprar nos EUA irá gastar entre US$ 280 e US$ 600 por um equipamento de ponta. Ficou alguma dúvida? Então faça sua pergunta que eu respondo sem problemas

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